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12/07/2026

A SAGRADA CELEBRAÇÃO DO TEMPO

 por Jonas Taucci
A imagem acima - "Consolator" de Carl Bloch - utilizada na revista "Rays" de julho de 2003, nos indica o evangelho de Mateus (11:28) onde Cristo nos convida: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu os aliviarei”.

Não há possibilidade – inequivocadamente - de termos uma comunhão com o Maior Iniciado do Período Solar, sem o nascimento de nosso Cristo Interno.

O Ritual Rosacruz do Solstício de Dezembro chancela isto ao proferir que “É um fato sublime nós sermos Cristo em formação; quanto mais cedo nos convencermos que devemos dar nascimento ao Cristo Interno antes de podermos ver o Cristo exterior, mais depressa chegará o dia de nossa iluminação espiritual”.

O estar cansados e sobrecarregados refere-se ao acúmulo de egoísmo, inveja e demais mazelas que abrigamos: o nascimento de nosso Cristo Interno nos aliviará desta condição e a única forma para isto – mesmo em nossas limitações – consiste em procurar vivenciarmos os preceitos que Ele nos trouxe, durante o tempo em que estivermos aqui na Terra. O convite, saibamos, parte de cada Cristo Interno em formação em cada um de nós, a cada segundo de nossas vidas.

Este fator – o tempo – será a pauta deste artigo.


Em seu evangelho (03:23), Lucas nos informa que o Ministério de Cristo teve início após o batismo no rio Jordão, estando ele com cerca de trinta anos de idade.

Não há relatos na bíblia que Cristo tenha sido crucificado com trinta e três anos, porém neste mesmo evangelho (03: 01 e 02), há informações históricas: (Tibério, imperador de Roma), Pôncio Pilatos (governador da Judeia), Herodes (Tetrarca da Galileia) Filipe (Tetrarca da Itureia), Lisânias (Tetrarca de Abilene) e dos sumos sacerdotes Anás e Caifás. O historiador Flávio Josefo em sua volumosa obra, “História do povo hebreu”, corrobora com estas informações.

Conjugados estes personagens, datas e ocupações na história, realmente Cristo foi crucificado com trinta e três anos, perfazendo desta forma o número da humanidade (3X3=9) a que Max Heindel (Conceito Rosacruz do Cosmos, capítulo XVIII parte Constituição da Terra e Erupções Vulcânicas) classifica como sendo o número da humanidade.

Neste tempo de três anos, Cristo ensinou, curou e nos trouxe Seu Evangelho do Amor.


Max Heindel fundou a Fraternidade Rosacruz em agosto de 1909 vindo a falecer em janeiro de 1919. Foram praticamente uma década de seu tempo dedicado a construção de edifícios, correspondência, hidráulica, eletricidade, revista, horta, pintura, alvenaria e muitos outros afazeres. Ainda que auxiliado por Augusta Foss Heindel e outras pessoas mencionadas no livro “Memórias sobre Max Heindel e a Fraternidade Rosacruz”, nos ombros deste pioneiro coube dedicar – integralmente – seu tempo nesta Obra.



O artigo abaixo, refere-se a um resumo e síntese da Lição Mensal do Estudante da The Rosicrucian Fellowship, Junho de 1971 “O Pleno Uso do Tempo” palestreada nos Centros Rosacruzes de Santo André, São Paulo e Penha no mês de julho de 1988, ocasião do 123º aniversário de nascimento de Max Heindel, por este colaborador.


O tempo encontra-se entre nossos maiores bens na Terra, contudo também está entre os mais mal-empregados pela humanidade. Se a maioria de nós gastássemos dinheiro, água, combustível, etc. da mesma forma que desperdiçamos o tempo, nos espantaríamos ante a perda resultante. Existe ainda o agravo de não se estar consciente disto

O alimento e outros produtos que consumimos ou utilizamos são finitos; quando se esgota compramos mais, repondo-os de uma forma econômica e consciente das necessidades. O tempo, este não há como repor. Portanto, não nos preocupa gastá-lo como em eletricidade etc. Caso teríamos de pagar por minutos, horas e dias de nossas vidas, certamente o utilizaríamos de uma forma mais sábia.

A famosíssima frase “matar o tempo”, é considerada normal dentro do vocabulário de praticamente todos os povos da Terra. Significa – de forma literal – desfazer do tempo; que ele passe (por quaisquer meios), simplesmente com a finalidade de que um momento posterior possa ser mais rapidamente alcançado, sendo de pouca importância como se transcorra o intervalo que se interpõe.

Frequentemente nos queixamos da “curta duração do dia”, taxando-lhe como de não ser suficiente para com nossos afazeres.

Max Heindel (Filosofia Rosacruz em P&R – volume I resposta à pergunta 49), nos fala da inexistência do tempo nos Planos Superiores. Também o fundador da Fraternidade Rosacruz nos exorta que o tempo é importantíssimo em nossas vidas aqui na Terra:

“Recordamo-nos da preciosidade do tempo e da responsabilidade de como utilizá-lo no melhor proveito para o nosso crescimento anímico, somos responsáveis pelo que temos feito, pelo que deixamos de fazer, numa extensão muito maior do que aqueles que não estão familiarizados com o conhecimento dos propósitos de Deus, o qual nos foi outorgado através dos Irmãos Maiores”. (Carta aos Estudantes # 96 - Aumentar a Vida do Arquétipo).

Jamais haveremos de assimilarmos nossas lições na Terra se não empregarmos sabiamente o tempo e uma ótima sugestão para avaliar se estamos – ou não – utilizando-o desta forma, consiste na plena realização do exercício noturno da retrospecção.


Não se torna fator único utilizar o tempo (para nosso benefício e da humanidade) com ações unicamente físicas, ainda que isto seja muito louvável.


Nos momentos em que estamos nos transportes públicos, aguardando algum atendimento, ou mesmo em casa após termos concluído nossas lidas, podemos, na medida do possível, direcionar nossas orações e vibrações a pessoas necessitadas. Noticiários nos informam diariamente dos mais variados acidentes, conflitos bélicos, catástrofes etc. pelo mundo. Se direcionarmos pensamentos de luz para estas pessoas e locais, estaremos realizando um inestimável bem a elas.

Tais vibrações rodeiam todas estas situações e pessoas, envolvendo-as de fortaleza quando mais necessitam. Há uma possibilidade enorme de nossas orações serem exatamente o que elas necessitam para restaurarem suas esperanças.

Lucas (10: 38 a 42), nos fornece uma verdadeira SAGRADA CELEBRAÇÃO DO TEMPO.

Relata sobre Marta, que hospedou Cristo em sua casa, sendo que tinha uma irmã de nome Maria. Esta - aos pés do Mestre - dedicava seu tempo em ouvi-lo, conquanto Marta ocupava-se de outros afazeres.

Eis aí uma pérola de ensinamento à Luz dos Ensinamentos Rosacruzes para assimilarmos: Maria sintoniza seu tempo com Cristo e Marta o perfila com a materialidade. Há um fator – essencial – nisto que devemos desenvolver em nosso íntimo: provavelmente muitos de nós, se dadas duas opções (ouvir Cristo ou ocupar-se de outras tarefas), optaria pela primeira.

Antes de ouvirmos o Maior Iniciado do Período Solar, saibamos que os desassistidos são “Cristos”, a eles devemos ouvir, doarmos nosso tempo, auxiliando-os e servindo a Divina Essência neles oculta, o que constitui a base da fraternidade (Ritual Rosacruz – Serviço Devocional).

Mateus, em seu evangelho (25:31 a 46) informa que Cristo exortou que o estaremos servindo todas as vezes que fizermos isto para com a humanidade.

Diariamente nos deparamos com “Cristos”.Lhes damos nosso tempo?

Não há como pular etapas: apenas ouviremos Cristo depois de ouvirmos os necessitados.

O pleno uso do tempo requer discrição, direção e meta, a qual deve dirigir-se nossos esforços.

Ele também constitui-se no propósito de sentirmos a alegria da meditação, do encontro entre amigos verdadeiros, de observarmos o sorriso das crianças e da pequena flor silvestre.


Neste mês, dediquemos alguns instantes de nosso tempo, em gratidão (a mãe de todas as virtudes) a Max Heindel, por ocasião de seu 161º aniversário de nascimento.


Foto por Gabriel Meneghello, sobrinho deste colaborador

06/06/2026

UM HOSPITAL DE PLANTAS E FLORES: OS ESPÍRITOS DA NATUREZA

Por Jonas Taucci

Em seus sucessivos renascimentos na Terra, a humanidade trabalha com as formas externas e não possui a consciência do outro lado da vida na natureza que se constitui no interno e oculto para a grande maioria; perdeu-se a clarividência que em um remoto passado podia ver os Espíritos da Natureza e trabalhar conscientemente com eles.


Atualmente somente uns poucos possuidores da visão etérica positiva possuem esta faculdade. Há os que retem a clarividência negativa de vidas passadas e outras, todavia, que desenvolveram esta aptidão de forma positiva nesta época contemporânea.

Com o transcorrer dos anos, décadas e séculos, haverá nascimento de muitas pessoas dotadas da clarividência positiva e as possuirá mesmo na idade adulta, já que as crianças - até uma certa idade -, vê, conversa e brinca com determinados Espíritos da Natureza, que vivem na Região Etérica de nosso planeta, e esta constitui-se o lado interno da matéria”.


Dentro de poucos séculos esta visão – uma extensão da visão física - será um patrimônio na maioria da humanidade.


Estes Espíritos da Natureza realizam trabalhos importantes nas profundezas da terra e sua superfície, plantas, flores, oceanos, rios, ar, água, fogo etc.. Este labor, realiza-se sem que a maioria da humanidade o saiba.Abaixo, um simples bosquejo deste trabalho.


GNOMOS:Suas atividades estão relacionadas, na grande maioria, com o Éter Químico e Max Heindel nos informa que seus corpos são formados, principalmente, deste Éter. Trabalham no elemento terra, pintando as flores, dosando a clorofila na medida certa e adequada no Reino Vegetal, talham os cristais e vivem, aproximadamente centenas de anos, envelhecendo de uma forma não muito diferente dos seres humanos, o que resulta em figuras, animações e desenhos de gnomos das mais diferentes faixas etárias: de jovens a idosos.


FADAS: Pertencem, na realidade, ao grupo dos gnomos, também como campo de ação o elemento terra e - sob a instrução da Onda de Vida Angélica que lhes indicam imagens arquetípicas - realizam seus trabalhos na natureza, com predominância nas flores. 



ONDINAS: Formada em sua grande maioria pelo Éter de Vida, trabalham no elemento água: mares, oceanos, rios, lagos etc. Provavelmente a crença nas sereias originou-se delas. O escritor português Luiz de Camões (1524-1579) em sua monumental obra “Os Lusíadas” faz menção às Tágides, habitantes do rio Tejo em Portugal. As ondinas coordenam o ciclo de evaporação da água em sua liberação como chuva. Vivem mais que os gnomos.



SILFOS: Seus campos de atividades, são o ar, vento, atmosfera. Seus corpos são compostos, em sua maioria, do Éter Luminoso. Os silfos mais graduados coordenam o deslocamento de nuvens e suas robustas faces modelam, momentaneamente, desenhos e figuras nestas nuvens, como que esculturas. Os membros de menor evolução dos silfos, conduzem lufadas e correntes de ar que percorrem a Terra. Vivem milhares de anos.



SALAMANDRAS: Seus Corpos estão compostos, principalmente, do Éter Refletor em conjunto com o Éter Luminoso, a que foi chamado de ”Luz Astral” pelo médico, alquimista e astrólogo suíço Philippus Aureolus Theophastus Bombastus Von Hohenhein (1493-1541), mais conhecido por Paracelso.  Max Heindel o cita em A Mensagem das Estrelas. As salamandras trabalham com o elemento fogo e o calor, sendo também associadas com a eletricidade e as forças magnéticas da Terra. Suas atividades são, principalmente, subterrâneas; erupções vulcânicas e correntes de lava, Nenhum fogo possui a possibilidade de ser acesso sem as salamandras. Em relâmpagos nos céus – para os que possuem a visão etérica – elas podem ser observadas. Não há dúvidas que existem uma quantidade enorme de suas utilidades, advindos do fogo e calor. Desta forma, as salamandras possuem um papel vital e construtivo na evolução da Terra. Vivem milhares de anos, e alguns clarividentes positivos relatam que algumas  delas possuem a forma de lagartos ou labaredas de fogo.



Não somente em nosso plano físico a vida pulsa, mas em todo universo.


As características dos referidos Espíritos da Natureza acima, estão alicerçadas – resumidamente - numa série das Lições Mensais do Estudante da The Rosicrucian Fellowship, durante os meses do ano de 1969, intituladas “Os Habitantes dos Planos”.


Ainda que louváveis os avanços das últimas décadas sobre a preservação da natureza, biomas e meio ambiente (mais comentados do que aplicados), através de leis governamentais, estamos distante de uma situação em que o amor pela natureza, brotará (sem nenhum trocadilho...) do íntimo de cada ser humano  e substituirá  as Leis Ambientais decretadas pelo homem.

  

Aqui, um exemplo.


Cristovam Martins foi um probacionista que durante muitos anos frequentou o Centro Rosacruz de Santo André. 

Morador deste mesmo município, possuía nos fundos de sua casa uma varanda com muitos vasos dos mais diferentes tamanhos; estes abrigavam as mais variadas plantas e flores. Alguns estavam em mesas, outros pendurados em árvores frutíferas e outros ainda em prateleiras.


Na entrada desta varanda, havia uma placa com dos dizeresHospital de plantas e flores - Atendimento Gratuito” envoltas em aleatórias notas musicais desenhadas.


Em uma mesa, havia um “aparelho estereofônico” que reproduzia discos de vinis (os conhecidos - à época - Compactos e Lps) e um gravador portátil para fitas K-7, com idêntica função.


Algumas destas plantas e flores eram suas e de sua esposa. A grande maioria, não.


Durante muitos anos este probacionista manteve uma determinada atividade, voluntária e gratuita.


Tudo iniciou-se quando um vizinho o informou possuir em sua casa, uma planta que se encontrava em precárias condições: ressequida, murcha e com folhas despencando.


Nosso amigo probacionista solicitou então que ele trouxesse a planta – que estava num vaso – para sua residência, e algumas semanas depois a devolveu com a maioria das folhas viçosas, caule ereto e brotos despontando.


Ao ser indagado como conseguiu isto, informou:


Pintara várias garrafas de vidro – incolor - de verde. Dizia ser esta a cor da clorofila, o pigmento encontrado nas plantas que é responsável por captar a  luz solar para realização da fotossíntese, num resumo básico. Afirmava também que Max Heindel e Augusta Foss Heindel associam esta cor com o signo zodiacal de Câncer; o primeiro dos signos aquáticos, num maravilhoso gráfico da relação signos/regentes/metais/cores (A Mensagem das Estrelas – Capítulo III – Você nasceu sob uma boa estrela?).

 

Após isto - estando as garrafas secas - introduzia nas mesmas água para deixá-las, na parte matinal, expostas ao Sol, por algumas horas, tampadas. Depois, eram levadas para sombra com o objetivo de voltaram à temperatura ambiente. Seu estoque destas garrafas verdes com água, era considerável.


Constantemente, Cristovam Martins regava as plantas, contudo, nos dias em que a Lua transitava por signos aquáticos (Câncer, Escorpião e Peixes) o fazia com água das garrafas.


Entrementes, seu aparelho estereofônico ou gravador executava músicas, predominantemente do Período Barroco, inundando a varanda (Hospital de plantas e flores) de composições maravilhosas.


Este concerto musical era intercalado com o chilrear de vários pássaros, pois nosso amigo probacionista colocou vários bebedouros em sua varanda o que resultou na visita diária destes amigos alados. Havia também um chafariz, não muito grande, que  recebia igualmente a visita destes cantores.



Nosso doutor de plantas e flores, diariamente, monologava com elas (da mesma forma que seres humanos falam” com determinados animais: cães, gatos etc.) dizendo-lhe que elas eram importantes para o vaso, para a terra que dava sustentáculo para a sua raiz, importante também para o ar, humanidade e a natureza.


Este tratamento dado para com o Reino Vegetal, foi logo divulgado pelo amigo de nosso irmão probacionista, aos vizinhos, amigos e parentes.


Desnecessário dizer que a partir disto, muitas plantas e flores adoecidas foram levadas à casa de Cristovam Martins, onde a grande maioria foi recuperada e uma minoria não, talvez num paralelo aos enfermos animais e pessoas que são levadas para as clínicas veterinárias e médicas, respectivamente.


Esta foi a origem do Hospital de plantas e flores, que jamais nosso amigo e irmão probacionista cobrou, sendo mantido em atividade por longos anos.


Ao devolver as plantas ou flores para seus donos – recuperadas - lhes dava uma folha de papel onde lia-se:


Comparemos o homem com a flor e perceberemos, então, a grande importância e significado deste emblema, O homem toma seu alimento pela boca, de onde desce. A planta recebe o alimento pelas raízes, forçando-o para cima, O homem reveste seu amor de paixão e tem os órgãos da geração voltados para a terra, escondendo-o com vergonha devido a essa mácula de sua paixão. A planta desconhece a paixão, e realiza a fecundação de maneira mais pura e casta, isto é, ela projeta seus órgãos geradores, a flor, para o Sol,  um espetáculo de rara beleza.  O homem, decaído e passional, exala o mortífero dióxido de carbono, enquanto a casta flor inala esse veneno, transmuta-o e devolve, puro, doce e perfumado, um fragrante elixir da vida”. (Max Heindel - Iniciação Antiga e Moderna – capítulo A Sagrada Glória de Shekinah – parte  A Lua Cheia como um fator de crescimento anímico).

    

Este trabalho realizado por Cristovam Martins, nos faz recordar o Livro de Salmos (capítulo 121), onde podemos – também - entendê-lo revestido da astrologia:



Fica também como informativo – e registro histórico - onde por muitas décadas, farmácias (!) distribuíam no início de cada ano, de forma gratuita, os famosos Almanaques (geralmente patrocinados por determinadas marcas de medicamentos), com diversos assuntos abordados: receitas culinárias, curiosidades geográficas, palavras cruzadas, estórias infantis, etc. Havia ainda uma seção de jardinagem e agricultura, onde as fases da Lua estavam associadas ao plantio, poda e colheita. 



Max Heindel, Filosofia Rosacruz em P&R volume II – Pergunta 108 nos fala das influências astrológicas sobre o Reino Vegetal  e que foi publicado no blogue Rosacruz e Astrologia (veja aqui) 


Sobre música, luz e cor, a vasta literatura rosacruz fornece pérolas de ensinamentos do ponto de vista oculto.


O fundador da Fraternidade Rosacruz, em sua obra Ensinamentos de um Iniciado (capítulo XXIV - O Arco Nas Nuvens - veja nota em sugestões para leitura), faz menção a um livro (“Princípios da Luz e Cor” de autoria do médico americano Edwin D. Babbitt que viveu entre 1828-1905). Trata-se de um fabuloso tratado oculto sobre luz, cores e suas propriedades.

O Sr. Heindel classifica este livro como interessante, outorga a qualificação de clarividente para seu autor e que esta obra, após ser lida, o fez incursionar-se na Memória da Natureza para investigações sobre o referido assunto, como ele mesmo relata em seu livro.


Cristovam Martins, ao tomar conhecimento disto, utilizou-se da EPIGÊNESE para inaugurar o “Hospital de Plantas e Flores” que, absolutamente, brotando (mais uma vez sem trocadilhos...) de seu íntimo colaborou na preservação das mesmas e certamente também no trabalho realizado pelos Espíritos da Natureza.


Dizia sempre que o aspirante rosacruz não deve acomodar-se na aquisição dos Ensinamentos da Sabedoria Ocidental. Há que se ter um propósito nisto: que eles se tornem algo vivente em nosso interior, que neles haja movimento, atividade e ação, direcionados a nos tornarmos servidores da humanidade e a todas as Ondas de Vida que na Terra possuem seus campos de evolução.


Nosso amigo probacionista também enaltecia o trabalho realizado, por alguns anos, na Sede Mundial (Oceanside) pelo Monte Ecclesia Sanitarium: pessoas lá se instalavam por dias, semanas ou meses para o tratamento de certas enfermidades, com o devido acompanhamento de enfermeiras e médicos graduados. Alimentação vegetariana, hidroterapia, fisioterapia, cromoterapia, termoterapia e diatermia com ondas curtas eram utilizados. Na obra Memórias sobre Max Heindel e a Fraternidade Rosacruz de Augusta Foss Heindel,há este relato (Terceira Parte -O trabalho em Mount Eclésia e os novos prédios - O Sanatório de Monte Eclésia).



 Cristovam Martins possuía outras (maravilhosas) particularidades. Com calçados apropriados era um entusiasta da dança sapateada: sincronizava músicas, sons das batidas dos sapatos no chão e performance corporal que a todos encantavam nos remetendo a Elman Bacher em sua obra Estudos em Astrologia - volume VI capítulos VII (A Dança) e VIII (A Música). Era também um "rádio amador" (rede de comunicação com equipamento condizente que ele possuía) e, até onde tenho conhecimento, pioneirissimamente divulgava os Ensinamentos Rosacruzes entre os anos 60 e início da década de 80 desta forma.



Muita saudade Cristovam Martins deixou aos que lhe conheceram. Certamente também no Reino Vegetal e Espíritos da Natureza...




SUGESTÕES DE LEITURA

1 - O Arco nas Nuvens (Cap. XXIV de Ensinamentos de um Iniciado) também foi pubicado em formato de folheto pela TRF e traduzido pelo Centro de São Paulo. Você pode ver aqui
2 - Revista Rays from the Rose Cross, da TRF : Meses: abril, maio, agosto e novembro de 1933, onde o artigo "As Cores Cósmicas e suas Influências" com autoria de Elois J. Jenssen, nos transmite uma profunda compreensão sobre o assunto.
3 - Revista Rays from the Rose Cross, da TRF: Junho de 1933, artigo " Musicoterapia". A importância da música nos hospitais, saúde, presídios e muitas outras áreas. Também na evolução da humanidade. Os artigos acima descritos, foram traduzidos e palestrados no Centro Rosacruz de São Paulo, em 1982
4 - A Vida Secreta das Plantas (Peter Tompkins e Christopher Bird).
5 - A Vida Secreta das Árvores (Peter Wohlleben).


02/05/2026

O Renascimento tem Duas Fases


A necessidade de renascimento tem duas fases, uma física e uma espiritual. Se os componentes minerais de nosso corpo não se cristalizassem, e assim fosse pois possível conservar-nos jovens e flexíveis durante milhões de anos, não nos seria necessário renascer. Poderíamos aprender as lições da vida durante uma sequência indefinida de anos. Mas devido à nossa ignorância e abuso de nosso corpo, ele não dura em média mais que setenta anos, e, em muitos casos não mais que a metade da idade acima. Portanto, se tivéssemos somente uma curta vida de 30 ou 40 anos, não seríamos capazes de aprender todas as lições que nos são ensinadas em nosso meio. Isto seria pois, um desperdício de energias. Nós, como seres humanos, não pensamos em construir uma escola modelo e equipá-la com todo o material necessário, para ensinar alunos e graduá-los depois de apenas um dia de aulas. Isso seria exatamente semelhante a um sistema cósmico que exigisse a presença dos alunos nas escolas da vida durante somente um dia-vida. Quando termina o primeiro dia de aulas, os alunos são enviados ao lar a fim de assimilar a lição e preparar-se para a aula do dia seguinte, isso durante muitos dias e anos.

Do mesmo modo, as Hierarquias Divinas que guiam nossa evolução enviam-nos à Escola na Terra cada dia-vida. Ao terminá-lo, somos chamados ao nosso lar celestial para descansar e prepara-nos para a aula do seguinte dia-vida. Se o período escolar fosse de apenas. um dia, seria impossível a um professor fazer entrar toda a sabedoria a ser ensinada na escola, na cabeça de qualquer aluno, mesmo que ele fosse um gênio. Mas, essa mesma sabedoria, ao ser ministrada em muitos dias sucessivos, durante anos e anos, consegue ser captado pelo mesmo aluno, Semelhantemente acontece na escola da vida: a sabedoria e o amor cósmicos não podem ser ensinados em pouco tempo. Leva muito tempo, pois as qualidades divinas não são cogumelos que crescem durante uma noite. Elas assemelham-se ao carvalho vigoroso que exige anos para desenvolver-se, porém seu vigor e força não são nem remotamente aproximados pelo cogumelo.

Além disso, a constituição e condição dos mundos espirituais tornam-se desproporcionais às fases de progresso que o homem deve aprender no mundo físico. Atualmente, o homem está desenvolvendo a mente pelo uso do pensamento correto, que deve ser transformado em ação correta, e isso pode ser feito mais apropriadamente num reino onde as condições sejam fir-mes e rígidas. Quando um inventor visualiza uma máquina ou um aparelho, ele pode trabalhar esplendidamente, em sua mente, porém as rodas que giram maravilhosamente no mundo mental (onde a interpenetração é lei), muitas vezes. atrapalham umas as outras quando o modelo físico é feito. Isto mostra que seu pensamento estava errado, e é obrigado a trabalhar e corrigir o projeto ou a abandoná-lo. Assim as condições físicas agem como um corretivo, e mostrando os enganos tornam possível a evolução de um pensamento correto que se transformará numa máquina que trabalhe. Da mesma maneira, um homem que empreende um projeto pensa nele em detalhes. e como funcionará. Mas, o desenvolvimento subsequente mostrará que geralmente calculou mal, Desse modo ele verá onde errou, e terá uma oportunidade de corrigir.

Essas coisas não podem ser aprendidas no mundo espiritual, onde se saj pela janela ou pela chaminé tão facilmente como pela porta, pois tudo é fluido e plástico. Sendo divinos, temos infinitas possibilidades latentes; somos deuses em formação. O pensamento é um poder criador, e a menos que aprendamos como usá-lo de ma-neira correta, ele será uma maldição em lugar de uma bênção, tan-to para nós quanto para as criaturas a quem devemos ajudar em eras futuras. Seremos então incapazes de auxiliá-los na criação de veículos adequados, tal como fomos e estamos sendo ajudados por outros seres superiores a nós na escala da evolução. Criaríamos então, monstruosidades. A escola terrena é pois, uma necessidade absoluta para ensinar-nos a pensar corretamente, e portanto a criar corretamente tanto na substância cósmica mais pura quanto na mais densa em que teremos de trabalhar.

publicado na revista Servço rosacruz de  maio de 1974

06/09/2025

OS COMPASSIVOS

 Por Jonas Taucci

Abaixo transcrevemos as atividades realizadas no Templo do Centro Rosacruz de Santo André, no dia 24 de junho – quarta feira – de 1998:


A irmã probacionista Rosalina Martinelli dos Santos - com sua suave e melodiosa voz – proferiu pausadamente no púlpito, parte da Lição Mensal de Filosofia da The Rosicrucian Fellowship (janeiro do ano 1987) intituladaO Trabalho de Cura”, reproduzida aqui.



Em nossos Ensinamentos aprendemos sobre os Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz. Eles são Hierofantes dos Ensinamentos da Sabedoria Ocidental e unicamente eles possuem o direito de serem chamados “ROSACRUZES”, todos os demais são denominados discípulos ou estudantes e saibamos que a porta não está aberta para aqueles que prostituem os Ensinamentos Espirituais por dinheiro, nem estes nunca se oferecem sobre estas bases.


Os Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz passaram através de todas as Escolas de Mistérios Menores e Maiores, e em vez de sua liberação para novos horizontes de evolução, escolheram permanecer aqui e auxiliar seus irmãos menos avançados, portanto são algumas vezes chamados de COMPASSIVOS. Não há muitas informações sobre eles nos últimos séculos, pois trabalham secretamente em benefício da humanidade.


Toda noite – a meia noite – há um serviço no Templo no qual os Irmãos Maiores - assistidos pelos Irmãos Leigos - recolhem de todas as partes do mundo os pensamentos de sensualidade, inveja, cobiça, materialismo e egoísmo. Desta forma estão prestando um valioso serviço, pois transmutam o mal que recolheram em bondade, e enviam ao mundo e há que existir um enorme poder para inverter a tendência materialista de nossa civilização moderna e convertê-la em Vibração Espiritual.


O grande perigo de nossa presente época consiste no muito frequente equívoco de confundir a compreensão intelectual de Deus e do universo que se possui, em SABEDORIA.


Os Irmãos Maiores utilizam-se de muitos intentos para despertar na humanidade a sábia compreensão espiritual e devemos colaborar devotamente que seus esforços possam obter êxitos e que a ciência moderna seja espiritualizada.


Ao término do atual Período Terrestre, entraremos no de Júpiter, funcionando numa fase superior em escala evolutiva, na qual as condições prevalescentes serão muito diferentes das atuais, e os Irmãos Maiores estão preparando as condições do Período de Júpiter AQUI E AGORA.


Os COMPASSIVOS não possuem o hábito de visitarem pessoas individualmente; nos fornecem os Ensinamentos Rosacruzes e nos cabe VIVENCIA-LOS; cada um de nós pode beneficiar-se enormemente se colocarmos em prática estes Ensinamentos, atraindo desta maneira as suas vibrações.


Um dos grandes esforços dos Irmãos Maiores objetiva unir os aspirantes apropriados em grupos de Auxiliares Invisíveis para CURAR OS ENFERMOS, e isto – como delineados por eles – é principalmente realizado pelos probacionistas que estejam VIVENDO A VIDA. O Fogo Espiritual necessário para acender o Fogo Curativo nas enfermidades físicas, mentais e morais é ofertado por eles.


Apenas um probacionista – provavelmente – não poderia lograr êxito, mas num número maior cria-se a força curativa necessária pelos esforços de vários deles. Sabemos que “Um só carvão não produz fogo, mas, quando se juntam vários carvões, o calor latente em cada um deles, pode converter-se em chama, irradiando luz e calor” (Ritual Rosacruz do Serviço de Cura).


Quando compreendemos o tremendo aumento de poder que depende do número de pessoas congregadas para orar aos enfermos, nos unimos e irmanamos com aqueles que sofrem. Oficiar este Ritual trata-se de um privilégio. 

      

Max Heindel inaugurou o Serviço de Cura para membros e não membros, solicitando o auxílio de todos os estudantes para prestar este trabalho. A cada ano a Sede Mundial (The Rosicrucian Fellowship) imprime as datas de cura relativas ao oficiamento do Ritual Rosacruz de Cura e são enviadas a todos os interessados, para que possam assim, unir suas orações e que desta forma serão fortalecidos e guiados de acordo com a vontade de Deus.


O símbolo no qual concentra-se para este Ritual, é o de uma cruz branca como a neve, com sete rosas vermelhas e uma rosa branca e pura no centro, tudo isto sobre uma estrela dourada de cinco pontas com um fundo azul.


“A rosa branca e pura é o símbolo do coração do Auxiliar Invisível, as rosas vermelhas representam seu purificado sangue; a cruz branca, lembra-nos seu corpo, e a estrela dourada, simboliza o dourado manto nupcial tecido através de uma vida pura” (Ritual Rosacruz do Serviço de Cura).


Nossa petição para obtenção de saúde sempre se finaliza com as palavras de Cristo:


Pai, faça-se tua vontade, não a minha” (Evangelho de Lucas 22:42)


A primeira reunião de cura realizada na The Rosicrucian Fellowship, ocorreu  no dia 23 de julho, terça feira, do ano 1914, lua transitando pelo signo astrológico de  Câncer (conforme consta no livro Memórias sobre Max Heindel e a Fraternidade Rosacruz – Capítulo II, de autoria de Augusta Foss Heindel) e ao anunciar este acontecimento aos seus estudantes, o fundador da Fraternidade Rosacruz escreveu explicando o poder dos números, assim como o poder dos esforços unidos no mundo espiritual, ademais complementou as benesses da meditação e concentração, e solicitou auxílio nestes esforços.


Se desejar unir-se neste trabalho, sente-se tranquilamente quando o relógio de sua residência marcar 06h:30m PM nas Datas de Cura e concentre-se sobre saúde e Amor Divino, orando ao Pai Celestial, o Grande Médico pela restauração da saúde de todos os que sofrem, particularmente àqueles que nos tenham solicitado nosso auxílio.


Após isto, seguiu-se:


*Música como preparação do ambiente: Adágio da Nona Sinfonia de Beethoven.

*Música: Hino Rosacruz de Abertura, cantado por todos os presentes.

*Música: Hino ao Signo Astrológico de Câncer “Do Silêncio”, cantado por todos os presentes.

*Oficiamento do Ritual Rosacruz de Cura, obedecendo as datas informadas pela nossa Sede Mundial, The Rosicrucian Fellowship, pelo irmão probacionista Siegfried Klimke.

*Pausa para meditação, concentração e oração.

*Exortação final constante no encerramento do Ritual Rosacruz de Cura.

*Música: Hino Rosacruz de Encerramento, cantado por todos



Nos dicionários a palavras COMPASSIVO é classificada como um adjetivo cujo significado denota a pessoa que possui compaixão pelos sofrimentos alheios e as auxilia; a característica de quem se compadece e possui o ímpeto de ajudar alguém numa situação difícil. Certamente isto nos agrega uma compreensão maior da exortação dos Ensinamentos Rosacruzes: servir amorosa e desinteressadamente, pois o exemplo nos chega dos COMPASSIVOS IRMÃOS MAIORES. As Datas de Cura são divulgadas pela The Rosicrucian Fellowship, além de diversos Centros Rosacruzes em suas redes sociais. Elas estão alicerçadas – além da Egrégora Crística – na astrologia, pois estes Rituais são oficiados quando do trânsito da Lua pelos signos cardinais (Áries, fogo), Câncer (água), Libra (ar) e Capricórnio (terra) que em suas essências, possuem os atributos curativos.


O horário de seu oficiamento (06h30m PM), também possui um importante fator que será futuramente abordado aqui.

Em não havendo a possibilidade de realizá-lo neste horário, procuremos conciliar num outro próximo a ele. Desde tempos imemoriáveis, pessoas (isoladas ou em grupos) oram - todos dias e nos mais variados horários - pela saúde dos enfermos, e não há dúvidas que estas orações chegam ao nosso Pai Celestial, o Grande Médico. Contudo, nas Datas de Cura e no horário estabelecido pelos Ensinamentos Rosacruzes, as Vibrações Curativas estão em seu apogeu semanal, pois há Datas de Cura em todas as semanas.


O saudoso irmão probacionista Antonio Munhoz palestrou diversas vezes a respeito disto, invariavelmente terminando suas alocuções com uma entusiasta pergunta (e resposta também), usando o plural:

- Vamos oficiar ou participar do Ritual Rosacruz do Serviço de Cura? Vamos!



AOS IRMÃOS MAIORES

Almas incansáveis trabalham arduamente,
no dia e na noite, para preservar o vínculo.
Aquele (vínculo) que mantem unido o homem a Deus.
Trabalham com amor e servem livremente,
labutam por todos, não por unicamente por ti nem por mim, e não pedem nada em troca.

O homem pode vacilar, tropeçar e cair,
cansar-se, e sendo tíbio, não responder ao chamado.
As pessoas aflitas, aquelas afetadas pelas penas,
pode então pedir ajuda.

Os Irmãos Maiores, aqueles luminosos faróis de luz,
nos chegam com prontidão para ajudar aqueles que choram na noite.
Trabalham incessantemente, sem fim, pela humanidade.
Quão maravilhosos são eles. Seu labor nitidamente altruísta,
sendo seu único objetivo colaborar na evolução do mundo.

Eles nos ensinam e guiam, sempre gentilmente,
nunca pedindo ou impondo, unicamente nos auxiliando 
a continuar nosso caminho.

Eles são a inspiração da humanidade a Luz que guia.
Estes Irmãos Maiores que trabalham noite e dia,
sacrificando-se, não unicamente por você ou por mim,mas dando-nos Eles mesmos à toda humanidade.

Poema publicado na ECOS da The Rosicrucian Fellowship (junho de 1983), traduzido pela Equipe Permanente de Tradutores do Centro Rosacruz de São Paulo e publicado na revista Serviço Rosacruz de setembro de 1984. Este poema foi declamado em muitas celebrações de aniversário dos Centros Rosacruzes de São Paulo (setembro) e Santo André (maio) bem como em Celebrações Natalinas nos anos posteriores à sua tradução.



Por orientação de nossa Sede Mundial (TRF), o Ritual Rosacruz do Equinócio de Setembro, será oficiado no domingo, dia 21 do referido mês, fomentando desta forma LUZ CRÍSTICA na egrégora dos Centros Rosacruzes da qual este Sacro Evento seja constantemente realizado (assim como os demais Rituais Rosacruzes). Ele também pode ser feito nos lares. Baixe o Ritual aqui

Irmanemo-nos nesta data, num esforço para vivenciá-lo – diariamente - em pensamentos, palavras e ações.


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NOTA: Este colaborador, em seus artigos, durante este ano de 2025, presta uma homenagem à revista Rays from the Rose Cross ( The Rosicrucian Fellowship), utilizando-se de gravuras e ilustrações nelas publicadas durante sua quase centenária existência.