Somos, de fato, Templos de Deus, e é nosso dever e privilégio manter esse templo puro, santo e saudável. Não queremos nele mercadores gananciosos, egoísmo, intolerância e doenças. Sabemos como é importante nos mantermos longe do que embrutece ou nos torna menos sensíveis ao que é elevado e mais suscetíveis a doenças; portanto, dedicamos todos os dias um tempo ao estudo e à meditação a fim de nos aproximarmos das “coisas” do Espírito. Mas se agirmos de forma contrária às Leis de Deus (em atos ou palavras), falharemos em desenvolver e expandir nossa sensibilidade e consciência. Ao contrário, criaremos condições que darão origem a desequilíbrios em um ou mais de nossos veículos.
Há elementos em nossas vidas que são tão comuns e difundidos que mal percebemos sua insalubridade. As notícias de violência, por exemplo, na televisão (agora também na internet); o apelo ao sensacionalismo e à vulgaridade em vários meios de comunicação; as fofocas que ouvimos e até sem querer ajudamos a espalhar.
Todas essas coisas contaminam nosso templo corporal, tornando-o menos adequado como morada do Espírito. Em consequencia, nossa resistência a várias doenças é diminuída pela absorção passiva e até mesmo pela nossa contribuição inconsciente a influências negativas.
"Não se enganem: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá" (Gálatas 6:7).
Esses versículos que Paulo escreveu aos seus amigos na Galácia nos dizem claramente que, se semearmos para a carne, colheremos corrupção; mas se semearmos para o Espírito, colheremos recompensas de natureza espiritual.
Nosso templo brilha com a luz da pureza e da saúde, ou a névoa do desejo materialista o ocupa e o envolve?
A escolha é sempre nossa.
Traduzido da revista Rays from the Rose Cross de janiro/fevereiro de 1996
QUE AS ROSAS FLORESÇAM EM VOSSA CRUZ

















