17/05/2026

A Lembrança de Vidas Passadas


PERGUNTA: As vidas passadas poderão ser lembradas?

RESPOSTA: Embora muitas pessoas não sejam capazes de se lembrar de suas vidas anteriores, há algumas que podem. Todas as pessoas poderão ter essa possibilidade se se dispuserem a viver a vida para a obtenção de tal conhecimento.

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PERGUNTA: Quais os requisitos que envolvem tais conhecimentos?

RESPOSTA: Requer-se grande força de caráter, pois essa realização proporciona o conhecimento do destino que poderá estar pendendo, negro e sinistro, sobre nós na forma de trágico acidente.

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PERGUNTA: Qual o bem que proporciona às pessoas comuns o desconhecimento antecipado desses fatos?

RESPOSTA: Amavelmente a Natureza oculta-nos o passado e o futuro a fim de que não nos seja tirada a paz.

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PERGUNTA: Como o desenvolvimento nos auxilia a sobrepormo-nos às dificuldades da vida?

RESPOSTA: Na medida em que obtivermos maior desenvolvimento aprenderemos a nos sobrepor a todos os fa-tos com equanimidade,admitindo que todas as dificuldades resultam dos males passados. Há então um sentimento de gratidão no fato de que as obrigações decorrentes estão sendo anuladas, sabendo-se ainda que houve uma redu-ção entre o ponto em que estamos e o dia da nossa libertação da roda do nascimento e morte.

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PERGUNTA: Por que algumas pessoas se lembram de sua vida passada?

RESPOSTA: Quando em uma existência uma pessoa morre na infância, com alguma frequência lembra-se da existência passada, em o novo renascimento.

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PERGUNTA: Por que a diferença de idade é a causa dessa possível recordação?

RESPOSTA: Porque crianças ao redor dos quatorze anos ainda não jornadearam em um ciclo completo de vida. Este impõe a formação de uma série completa de novos veículos entre a morte num corpo e o renascimento no seguinte.

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PERGUNTA: O que constitui esse "ciclo inteiro de vida"?

RESPOSTA: Quando uma pessoa em seus quatorze anos de vida abandona seu corpo físico, encontra-se funcionando no Mundo de Desejos, em seu Corpo de Desejos (vide Cap. III do Conceito Rosacruz do Cosmos). No tempo necessário também esse Corpo é abandonado naquele Mundo e a pessoa pas-sa para o Segundo Céu (O Mundo do Pensamento) onde começará a funcionar em seu Corpo Mental até que chegue o período em que o Espírito deve entrar em seu Lar o Terceiro Céu, a Região do Pensamento Abstrato. Permanece aí até que esteja apto a uma nova imersão na matéria.

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PERGUNTA: Como relaciona-se esse acontecimento cíclico com a memória de vidas passadas?

RESPOSTA: O homem deixando cada um de seus veículos, incluindo o mental, deve construir uma nova mente ao renascer, a qual naturalmente relaciona-se somente com a nova vida.

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PERGUNTA: Aplica-se isso aqueles que morrem quando criança?

RESPOSTA: As crianças simplesmente passam para as regiões superiores do Mundo de Desejos, retendo (ao contrário do que se passa com o adulto) seus corpos de desejos e mental. Nessas regiões aguardam a ocasião para um novo renascimento, o qual usualmente efetua-se depois de um a vinte anos após a morte. Quando voltam a renascer surgem não com uma nova mente e um novo corpo de desejos como acontece com o adulto, mas com o mesmo corpo de desejos e a mesma mente. Daí, se prestarmos atenção às crianças estaremos em condições depararmos com a evidência de recordações de experiências e de relacionamentos com personalidades de prévias existências na Terra.

Publicado na revista "Serviço Rosacruz" de julho de 1973

06/05/2026

A Lei do Amor e da Unidade

Imagem original do livro Iniciação Antiga e Moderna lindamente editada por  Marie Toursel-Perri

O que conhecemos como doença é o estágio terminal de um distúrbio muito mais profundo, e para garantir o sucesso completo do tratamento, é óbvio que lidar apenas com o resultado final não será eficaz, a menos que a causa básica também seja removida.

Há um erro primordial que o ser humano pode cometer, e esse erro é a ação contra a Unidade; que por sua vez tem sua origem no amor-próprio.

Assim podemos dizer que existe apenas uma aflição primordial – o desconforto ou a doença. E assim como a ação contra a Unidade pode ser dividida em vários tipos, a doença – o resultado dessas ações – também pode ser separada em grupos principais correspondentes às suas causas.

A própria natureza de uma doença será um guia útil para auxiliar na descoberta do tipo de ação que está sendo realizada contra a Lei Divina do Amor e da Unidade. Se tivermos em nossa natureza amor suficiente por todas as criaturas, não poderemos fazer o mal; porque esse amor nos impedirá de qualquer má ação ou pensamento que possa ferir nosso semelhante. Mas, ainda não atingimos esse estado de perfeição; se o tivéssemos, não haveria necessidade de nossa existência aqui.

Mas todos nós buscamos e avançamos em direção a esse estado, e aqueles que sofrem na mente ou no corpo são, por esse mesmo sofrimento, conduzidos a essa condição ideal; e se tão somente interpretarmos isso corretamente, poderemos não apenas acelerar nossos passos rumo a esse objetivo, mas também nos livrar de doenças e sofrimentos. A partir do momento em que a lição é compreendida e o erro eliminado, não há mais necessidade de correção, pois devemos lembrar que o sofrimento é, em si, benéfico, na medida em que nos indica quando estamos trilhando caminhos errados e acelera nossa evolução para a sua gloriosa perfeição.

As verdadeiras doenças primárias do homem são defeitos como orgulho, crueldade, ódio, amor-próprio, ignorância, instabilidade e ganância; e cada um deles, se considerado, será considerado adverso à Unidade. Tais defeitos quando continuados e persistentes - mesmo depois de termos atingido o estágio de desenvolvimento de os reconhecermos como errados  - é o que precipita no corpo os resultados nocivos que conhecemos como doença.

Traduzido da revista Rays  from the Rose Cross de janeiro DE 1989


QUE AS ROSAS FLORESÇAM EM VOSSA CRUZ

Esse artigo faz parte de uma coleção de textos sobre cura da seção "Healing" da revista "Rays from the Rose Cross". Muitos deles foram traduzidos pela Fraternidade Rosacruz - Sede Central do Brasil e publicados na revista "Serviço Rosacruz". 

Se você deseja divulgar, por favor mantenha os créditos. Veja mais como este aqui

02/05/2026

Aconteceu em Mount Ecclesia!

Por Jonas Taucci 

 Na qualificação de Irmão Leigo (Filosofia Rosacruz em P&R volume II - #134) Max Heindel possuía a faculdade de, conscientemente, deixar seu corpo físico e empreender voos da alma. Alguns deles estão relatados na revista Rays from the Rose Cross (The Rosicrucian Fellowship) e traduzidos na Serviço Rosacruz (Centro Rosacruz de São Paulo) com publicação também neste blogue.

O texto abaixo, na opinião deste colaborador, provavelmente seja o menos conhecido.

Possa ele nos conscientizar – ainda mais - da existência dos Espíritos da Natureza, que de modo algum devem ser rotuladas apenas como meras estórias infantis.


Nos primeiros tempos de Mount Ecclesia (Oceanside), várias crianças vieram nos visitar, trazidas por seus pais.


A pequena Harriett W. (de Minnesota, EUA) constitui-se, ao menos para este articulista, a visitante mais interessante que tivemos em muitos anos.

Ela tem sete anos de idade e consegue ver fadas. Então sua mãe lhe contou que Max Heindel também era amigo delas, ficando assim Harriett ansiosa por conhecê-lo.

Infelizmente seu corpinho estava um tanto adoecido e seus pais pensaram que uma visita a Mount Ecclesia lhe faria bem.
Estão conosco e esperam ficar algum tempo.

Este que escreve ficou – obviamente – feliz ao vê-la e imediatamente começou a contar-lhe relatos sobre as pequenas fadas que circulam por Mount Ecclesia, pintando todas as belas flores existentes em seus jardins, e agendou para que Harriett pudesse, naquela noite, realizar um passeio com as graciosas fadas residentes no local visitado.

Desta forma, assim que seu corpo adormeceu na cama de seu aposento, deixando seu corpo denso, ela saiu para o referido passeio. Max Heindel, em seus veículos superiores, a aguardava juntamente com uma fada.

Ambos adentraram numa carruagem totalmente adornada de flores multicoloridas e iniciaram um “tour aéreo” por Mount Ecclesia, sendo acompanhados de inúmeras borboletas de matizes diferentes. Ficaram observando por longo tempo as plantas, vegetação e naturalmente outras fadas.

Uma delas convidou Harriett a brincar: primeiro uma corrida e depois esconde-esconde. Convite prontamente aceito e vencida pela visitante.
Após isto se dirigiram ao oceano, onde puderam contemplar graciosas ondinas sentadas em rochas

Eis que lentamente o Sol começou a aparecer no horizonte, convidando para o amanhecer de um novo dia e o café da manhã.

Muitas fadas – em uníssono – declamaram entusiasticamente:
- Bom Dia !

E tanto Max Heindel quanto Harriett – respondendo à saudação - retornaram para seus corpos físicos em seus respectivos aposentos, mas não sem antes agendarem com as fadas um (re) encontro para a noite seguinte, com o objetivo de continuarem as brincadeiras com as fadas.


O texto acima constitui-se num resumo de artigo publicado na revista Rays from the Rose Cross (novembro de 1916) com o título Fadas, não sendo inserida sua autoria e também na Lição Mensal do Estudante de fevereiro de 1969 da The Rosicrucian Fellowship (Os Habitantes dos Planos – Parte II – O Plano Etérico do Mundo Físico).

Entretanto, nesta Lição há um trecho introdutório – deveras – interessante sobre o artigo publicado originalmente na revista da TRF no início do século passado:

“Ainda que o relato sobre as fadas pareça ser de Max Heindel, é evidente que foi escrito por sua secretaria a partir de notas acidentais. A Sra. Heindel atuou como tal nesta época e muito provavelmente ela o escreveu”.

Também digno de nota o prefácio da obra Os Espíritos e as Forças da Natureza, de Max Heindel, ter sido escrito por Augusta Foss Heindel, onde ela nos fala que:

“Ele, muitas vezes, comentou que qualquer dia escreveria um livro completo sobre Os Espíritos da Natureza, mas seu trabalho realmente exaustivo de pioneirismo interpôs-se a esta obra tão necessária. Entretando, de vez em quando, transmitia alguma informação em seus escritos que agora foram compilados, e assim, podemos apresentá-lo ao mundo em um volume condensado”.


Neste livro, em seu capítulo III, A Missão de Cristo e o Festival das Fadas, o fundador da Fraternidade Rosacruz nos relata o importante trabalho de – além das fadas – gnomos, ondinas, salamandras e sílfides. Parte deste capítulo consta no Ritual Rosacruz do Solstício de Junho, tal sua luminosa relevância.

Os habitats destes espíritos da natureza (mares, oceanos, rios, lagos, florestas, serrados, planícies, serras, atmosfera etc.) há muito está sendo devastado, poluído ou simplesmente aniquilado pela ganância humana visando lucros materiais.

Sobre as borboletas que, num cortejo, acompanharam Max Heindel, a pequena Harriett e as fadas, fica evidente que deu-se pelo maravilhoso sincronismo da ação do Espírito Grupo das borboletas.

Algumas espécies de animais já foram extintas pela ação predatória humana, outras estão em vias disto e ainda há um comércio nesta área que – além de serem retirados de seus locais naturais – animais, pássaros e peixes são tratados de forma cruel.

Aqui cabe uma reflexão sobre os dizeres de Max Heindel em sua obra Interpretação Mística da Páscoa – capítulo I - O Cristo Cósmico:

A natureza é a expressão simbólica de Deus. Por conseguinte se quisermos conhecer Deus precisamos estudar a natureza, lembrando sempre de que existe um propósito por traz de toda manifestação, que a vida é uma escola, de cujo aprendizado de muitas lições a humanidade evolui lentamente da condição de centelha divina à de Divindade”




AMIGAS ROSACRUCIANAS - Centro Rosacruz de Santo André, 37º aniversário de fundação, sábado 09 de maio de 1992 - Sala de Visitas. Da esquerda para a direita, Neuza, Mirian, a menina Thaís, Ana R. Tempera e maestrina Mitzi Froelish. Na parede, retrato de Max Heindel e parte dos quadros das Doze Hierarquias Zodiacais. Thaís, com tradução da probacionista Rosalina Martinelli, leu o texto acima sobre Harriet e as fadas, nesta celebração de aniversário do referido Centro Rosacruz. Fotos do probacionista Joseph Faga.

Fica também como informativo histórico, a apresentação de algumas moças - vestidas de fadas - realizando uma coreografia nos jardins da The Rosicrucian Fellowship nos anos 80, devidamente fotografada, registrada e informado pelo órgão oficial da The Rosicrucian Fellowship, o ECOS.

SUGESTÕES

MÚSICAS:
  • Valsa Das Flores, da Suíte O Quebra Nozes, de Tchaikovsky.
  • Sinfonia # 6 – Pastoral, de Beethoven.
  • Vozes da Primavera, de Richard Strauss.
LEITURAS:
  • A Linguagem das Flores, de Sheila Pickles.
  • Devastação, de René Barjavel.
Livros de Max Heindel impressos: veja aqui -  Online: aqui

VÍDEOS:
  • Fantasia, de Walt Disney – partes: Valsa das Flores e Pastoral.
  • Irmão Sol, irmã Lua – Diretor Franco Zeffirelli.




01/05/2026

A Quarta Dimensão - Espíritos da Natureza

Imagem em detalhe dos canais semicirculares do ouvido interno - Fonte: Wikipedia Imagem como um todo do ouvido vide final do texto

PERGUNTA: No "Conceito Rosacruz do Cosmos", Capitulo III -subtítulo: O Segundo Céu, consta que a faculdade de percepção do espaço está ligada ao delicado ajustamento dos três canais semicirculares no ouvido, apontando nas três dimensões do espaço. O pensamento lógico e a capacidade matemática estão em proporção da precisão do seu ajustamento. Parece que a percepção da quarta dimensão foi alcançada por matemáticos de nível muito superior. Poderiam dizer-me se há alguma mudança na disposição destes canais semicirculares, ou qual é o processo que leva à consciência da quarta dimensão?

Parece também que os espíritos da natureza e os elementais possuem esta consciência da quarta dimensão, o que representa um grau de consciência mais elevado daquele que temos agora, e isso se aplica possível mente à abelha ou aos cavalos Elberfeld. Poderiam indicar o elo perdido? O que torna o homem ou a humanidade superior a estes seres, e qual é a disposição destes canais semicirculares no caso das abelhas e destes cavalos talentosos?

RESPOSTA: Para a maioria da humanidade, os algarismos são excessivamente tediosos, pois estamos acostumados a viver uma vida externa entre outras pessoas e amigos, com os quais expressamos os nossos desejos, sensações e emoções. Quanto mais estes sentimentos são intensos, mais interessantes achamos a vida. Por outro lado, coisas que não causam qualquer emoção são tidas como monótonas e desinteressantes. Por essa razão, a maioria não é atraída pela matemática ou por qualquer outra coisa que aguce a mente sem que, ao mesmo tempo, desperte a natureza emocional.

Sabemos que Deus geometriza, que todos os processos da natureza estão estruturados sobre cálculos sistemáticos que provam a existência de uma Inteligência Superior. Quando Deus, o grande Arquiteto do Universo, construiu o mundo todo sobre linhas matemáticas, podemos concluir que, consciente ou inconscientemente matemático está alcançando uma direção em que final mente ver-se-á face a face com Deus, e isto, por si mesmo, mostra uma expansão de consciência, Se considerarmos que cada um dos canais semicirculares é realmente um nível supersensitivo do espírito ajustado de maneira a indicar à nossa consciência o movimento do nosso corpo através do comprimento, largura ou profundidade do es paço podemos facilmente entender que o seu presente ajuste é necessário para a percepção do espaço. Se estes canais são bem ajustados, a percepção da pessoa é per feita e, se ela empreender o estudo da matemática, a suas teorias estarão em concordância com o que ela ve no mundo como fatos reais. Em algumas mentes eleva das, isto gera um verdadeiro amor pelos algarismos, o que se torna um fator de descanso para essas pessoas ao invés de serem uma fonte de cansaço como o são para a maioria. O amor pelos algarismos pode despertar nelas as faculdades espirituais latentes, mas não através de qualquer mudança nos canais semicirculares. Estas são estruturas ósseas e não mudam facilmente durante o período de nossa vida. No entanto, não há dúvida que aquele que possuir gosto pela música ou pela matemática irá construir estes canais mais acuradamente no Segundo Céu, no período compreendido entre a morte e um novo nascimento

Quanto a consciência dos elementais ou dos espíritos da natureza, realmente eles possuem o que pode ser chamado consciência da quarta dimensão. Além da altura. largura e comprimento, que são as dimensões do espaço no mundo físico, há o que denominamos "interpenetração" nos éteres, Com a visão etérica podemos ver dentro de uma montanha e, se tivermos um corpo etérico como possuem os espíritos da natureza, podemos atravessar a mais dura rocha de granito. Este não oferecerá qualquer obstáculo, da mesma forma que o ar não impede a nossa marcha aqui, embora, muitas vezes, sejamos perturbados pelos ventos. Contudo, mesmo entre os espíritos da natureza há diferentes entidades e uma correspondente variação de consciência.

Os corpos dos gnomos são feitos principalmente do éter químico, portanto, são do solo da terra. Ninguém os vê voando como voam as sílfides. Eles podem ser queimados no fogo e também envelhecem de maneira não muito diferente da dos seres humanos

As ondinas que vivem na água e as sílfides no ar são também mortais, mas sendo os seus corpos compostos, respectivamente, dos éteres de vida e luminoso, têm uma longevidade maior. Acredita-se que os gnomos não vivam mais do que algumas centenas de anos, as ondinas e as sílfides milhares de anos, e as salamandras, cujos corpos são feitos principalmente do quarto éter, viveriam mui tos milhares de anos. Contudo, a consciência que constrói e anima estes corpos pertence a várias Hierarquias Divinas que, desta maneira, adquirem experiência adicional, e as formas, que foram construídas de matéria e depois animadas, atingiram um grau de autoconsciência durante essas longas existências. Eles percebem sua própria existência transitória, e é devido à sua rebeldia contra este estado de coisas, que a guerra dos elementos, principalmente as do fogo, do ar e da água é travada. Julgando que são mantidos em cativeiro, procuram libertar-se das amarras pela força, mas, não possuindo nenhum estilo de direção, investem furiosamente de uma maneira destrutiva que resulta muitas vezes em grandes catástrofes.

A consciência dos gnomos é vagarosa demais para tomarem a iniciativa, mas eles tornam-se frequentemente cúmplices dos outros espíritos da natureza ao abrir passagens que favorecem explosões na rocha. No entanto, isto não tem nenhuma ligação com os cavalos Elberfeld ou com outros animais prodígios. Estes são os pupilos dos seus respectivos Espíritos-Grupo, e é provável que seja a última vez que renasçam numa forma animal. Quando isso acontece, tais Espíritos são relegados ao Caos, onde devem esperar durante a Noite Cósmica por seus irmãos menos dotados até a época em que lhes será possível iniciar a sua evolução humana no Período de Júpiter.

Anatomia do ouvido humano - Fonte: Brasil Escola Uol

       Pergunta nº65 do livro "Filosofia Rosacruz em    
Perguntas e Respostas, Vol.II de Max Heindel

NOTA: Pergunta citada no artigo: Aconteceu em Mount Ecclesia!